Double check
A empresa revalida o que o escritório informa com o que o tribunal registra.
Double check é a empresa conferindo, num só lugar, duas fontes que não dependem uma da outra. Quando as versões não batem, ela fica sabendo no mesmo dia, e não no relatório do mês.
1015838-77.2025.8.26.0102
Carlos Henrique Lima × Sua empresa (ré), TJSP
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02/09
Distribuído por sorteio à 2ª Vara Cível
Ação distribuída
Escritório: Ação distribuída
Conferido
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18/09
Juntada do AR: citação da empresa
Empresa citada
Escritório: Empresa citada
Conferido
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07/10
Juntada de contestação
Contestação protocolada
Escritório: Contestação protocolada
Conferido
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21/10
Juntada de laudo pericial
Escritório:
Só no tribunal
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23/10
Intimação para manifestação sobre o laudo em 15 dias
Escritório:
Só no tribunal. Prazo contado: 13/11
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30/10
Relatório mensal: “aguardando perícia”
Relatório mensal: “aguardando perícia”
Escritório: Relatório mensal: “aguardando perícia”
Divergente: o laudo já está nos autos
Tudo parece em dia.
Quatro registros, o último diz que o processo espera a perícia. É a visão de quem só recebe o relatório.
O tribunal andou mais rápido.
O laudo foi juntado em 21/10 e a empresa foi intimada em 23/10. Há um prazo correndo.
Três coisas para resolver hoje.
- Dois andamentos que o escritório não informou.
- Um relatório desatualizado sobre a perícia.
- Prazo de manifestação até 13/11, já na agenda do responsável e do escritório.
Seis controles, um lugar.
Nenhum depende de alguém lembrar. Todos funcionam com um ou com dez escritórios atendendo a empresa.
1
Leitura automática do tribunal
Cada processo cadastrado fica monitorado pelo número CNJ. Movimentações novas entram sozinhas, e os diários oficiais são lidos pelo nome da empresa ou pela OAB do advogado. Dado do tribunal nunca é apagado por um campo vazio.
O que o escritório não contou aparece mesmo assim.
2
Andamento sem tratamento
Toda movimentação e publicação nova nasce “sem tratamento”. Ela só sai da pauta quando alguém lê e trata, ou trata e já agenda o prazo. A pauta mostra quantas são e há quanto tempo a mais antiga espera.
Ninguém consegue dizer que não viu.
3
Verificação humana periódica
Cada processo ativo recebe uma verificação registrada em ciclo definido pela empresa: alguém olha, dá o veredito e anota. Verificação atrasada vira filtro e indicador.
Processo parado também é informação.
4
Prazo com público que cresce
O lembrete vai ao responsável do prazo, ao responsável do processo, a quem acompanha e aos usuários do escritório. Perto do vencimento, a equipe inteira do processo entra. Venceu sem cumprimento, proprietário e gestor recebem o aviso na manhã seguinte.
O prazo não depende de uma pessoa só.
5
Causa separada de risco
O valor da causa vem do tribunal. O valor do risco e a probabilidade de perda são da empresa. Os indicadores somam cada um no seu lugar e avisam quando o risco passa do limiar.
A diretoria decide com o número certo.
6
Trilha de auditoria
Quem criou, alterou, excluiu ou restaurou processo, prazo, acordo, documento ou anotação, quem mudou papel de quem e quem baixou qual arquivo. Proprietário, gestor e auditor consultam.
Toda mudança tem autor e hora.
A fila do que chegou e ninguém tratou.
Do mais antigo para o mais novo, com três ações por linha: ler, tratar ou tratar e já agendar o prazo contado.
E o registro de tudo.
A trilha de auditoria guarda cada alteração com autor, hora e o que mudou. Tokens e senhas nunca entram.
Veja a pauta da sua empresa montada com os seus processos.
Mande alguns números de processo (CNJ) ou o CNPJ da empresa. Na demonstração, você vê os andamentos reais lidos do tribunal e como a pauta da manhã fica para a sua equipe e para os seus escritórios.